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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
14 de out. de 2022
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Shein condenada por pirataria de dados de 39 milhões de clientes

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
14 de out. de 2022

Cerca de 39 milhões de utilizadores da plataforma Shein viram os seus dados roubados dos seus servidores em 2018. A empresa matriz Zoetop alertou apenas uma pequena parcela das vítimas. Uma violação das obrigações legais que a  leva a ter que pagar uma multa de 1,9 milhões de dólares no Estado de Nova Iorque.


Shutterstock


Cerca de 375 mil utilizadores nova-iorquinos da plataforma Shein estão entre as vítimas de pirataria, indica o site TechCrunch. A justiça local critica também a Zoetop por ter feito declarações enganosas, indicando na altura que apenas 6,42 milhões de utilizadores haviam sido afetados e que todos estavam prestes a ser informados do problema.

A informação chamou particularmente a atenção do outro lado do Atlântico, onde, tal como na Europa, a Shein registou um crescimento acelerado durante a crise sanitária. Pela primeira vez, no segundo trimestre a aplicação chinesa terá sido mais descarregada do que a da Amazon em solo americano.

Esta condenação nos Estados Unidos acontece numa altura em que a Shein, que se mudou recentemente para Singapura, deverá ultrapassar a barreira dos 20 mil milhões de dólares em faturação. O valor foi estabelecido em 2021 em 15 mil milhões de dólares, quando em 2019 as receitas ainda eram de apenas 3 mil milhões.

Durante o verão, a Shein anunciou a contratação de Jacobo Garcia Mina, antigo elemento da Inditex (Zara), H&M e Burberry, para atuar como diretor de desenvolvimento da marca de preços baixos para o mercado europeu. Com base nos seu sucesso junto dos consumidores jovens, a Shein lançou este ano várias pop-ups nos principais mercados do Velho Continente.

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