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Por
AFP
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
16 de mai de 2019
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2 Minutos
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Shiseido regista aumento de 16% no lucro líquido no primeiro trimestre

Por
AFP
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
16 de mai de 2019

A empresa japonesa de cosméticos Shiseido informou na terça-feira (14) que registou um aumento de 16% no lucro líquido no primeiro trimestre, impulsionado pelas boas vendas no Japão e na China. Com o bom resultado, a empresa confirmou as suas previsões anuais.


A Shiseido foi fundada em 1872 no Japão - Shiseido


No período de janeiro a março de 2019, o lucro líquido da empresa de beleza foi de 33,5 mil milhões de ienes (268 milhões de euros), com uma faturação de 273,6 mil milhões de ienes (+3,7%). Por outro lado, o seu lucro operacional caiu 17,4%, para 38,9 mil milhões de ienes, devido a "um aumento nos gastos com marketing e pesquisa e desenvolvimento", disse a empresa num comunicado.

A Shiseido, que é proprietária de várias marcas de cosméticos de luxo (Shiseido, Clé de Peau Beauté, NARS, Laura Mercier, Dolce & Gabbana), teve uma "procura sólida" no Japão, apoiada pela fluxo contínuo de turistas da Ásia. No entanto, o grupo lamentou a perda de negócios devido ao "esgotamento de stock do seu creme de rugas Revital e outros produtos".

Cerca de 42% das vendas da Shiseido são feitas no Japão, o seu principal mercado à frente da China (19%), onde registou aumento de 15% nas vendas, graças ao comércio eletrónico. A situação foi mais complicada na região das Américas (que representa 10% da sua receita), onde a marca de maquilhagem bareMinerals está a reorganizar-se, com "encerramentos de lojas e outras reformas estruturais". As lojas duty-free também registaram crescimento de receita.

Com este primeiro trimestre em linha com as expectativas, a Shiseido reafirmou as suas previsões otimistas para 2019: a sua receita deve aumentar 7%, para 1,172 mil milhões de ienes (9,3 mil milhões de euros), e o seu lucro líquido deve crescer 23% para 75,5 mil milhões de ienes, enquanto o seu ganho operacional deve subir 11% para 120 mil milhões de ienes.

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