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Estela Ataíde
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10 de fev. de 2021
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ShowroomPrivé: volume de negócios aumenta quase 13% em 2020

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
10 de fev. de 2021

O co-CEO Thierry Petit disse recentemente à FashionNetwork.com acreditar que todos os esforços da ShowroomPrivé dariam frutos em 2020. Os resultados do último trimestre acabam de confirmar esta tendência para a empresa, que atingiu os 700 milhões de euros em vendas ao longo do ano. Um resultado que representa a mais elevada taxa de atividade histórica do grupo, muito acima dos 616 milhões de euros registados em 2019.


Coleção IRL - ShowroomPrivé


Enquanto se aguarda pela publicação do relatório anual a 11 de março, a ShowroomPrivé indica ter registado um aumento de 23% nas suas vendas no último trimestre de 2020, superando as expectativas do grupo. A direção indica que estes números refletem o esforço feito para aumentar a atratividade da oferta, nomeadamente com a chegada de novas marcas nos segmentos de moda, casa e beleza. Num ano de crise em que o e-commerce representou 21% das vendas de moda, a plataforma posicionada na oferta fashion para digital woman indica ainda que as campanhas têm permitido a captação de novas clientes.
 
“A maior seletividade e a evolução do modelo de compras (em particular para o dropshipment) também têm um efeito virtuoso ao nível da gestão de stocks”, sublinha ainda a empresa. “Esta melhoria associada ao efeito de alavanca do crescimento e aos efeitos plenos do plano de desempenho 2018-2020 (otimização de processos, racionalização logística, redução de custos) permite ao Grupo rever para cima o seu nível de EBITDA, agora estimado em mais de 40 milhões euros, em vez dos mais de 30 milhões de euros anteriores.”

Este otimismo surge após vários exercícios dececionantes para a empresa. Como admite o próprio Thierry Petit, o controlo das margens perdeu-se um pouco no  meio dos diversos desenvolvimentos, parcerias e aquisições que se sucederam. Daí surgiu a revisão da estratégia em 2019, com um trabalho triplo a ser feito nas áreas de finanças, operações e oferta. Sobre esta última foi decidida uma subida de gama gradual do catálogo, e um melhor controlo das margens de custos variáveis com o objetivo de eliminar um “mau” volume de negócios.
 
Para o início do ano fiscal de 2021, o grupo indica que já conta com "fundamentos consideravelmente fortalecidos" e pretende "continuar a sua trajetória dinâmica e de criação de valor num contexto favorável, tendo a crise sanitária acelerado o crescimento sustentável das compras em comércio eletrónico".
 
Efetivamente, a federação francesa da venda online registou um aumento de 29% nas vendas online de bens a particulares em 2020. Uma oportunidade para a empresa, que emprega atualmente 822 pessoas.

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