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Agência LUSA
Publicado em
12 de nov. de 2014
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2 Minutos
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Sindicato denuncia alegado "lockout" em têxtil de Vila Verde

Por
Agência LUSA
Publicado em
12 de nov. de 2014

Vila Verde (Lusa) - O coordenador do Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes, Francisco Vieira, disse esta quarta-feira (12) que a situação na fábrica têxtil “Eu Vi Ana”, em Barbudo, Vila Verde, pode configurar um caso de “lockout”.

Para Francisco Vieira, “urge” a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho, já que se pode estar perante “ilegalidades graves”. “Podemos estar perante um caso de lockout”, afirmou, em declarações à Lusa.

Segundo o sindicato referido esta situação pode ser configurada como 'lockout'.


Proibido por lei, “lockout” é a recusa por parte da entidade patronal em ceder aos trabalhadores os instrumentos de trabalho necessários para a sua atividade.

Em causa está o alegado despedimento “de boca” de dez trabalhadoras, na sequência de uma eventual mudança de gerência.

Hoje, ao longo de todo o dia, cinco dessas trabalhadoras protestaram frente à fábrica, exigindo o pagamento daquilo a que dizem ter direito e os papéis para o desemprego.

“Fomos despedidas de boca, sem mais nem menos. Temos o salário de outubro para receber, temos os nossos direitos, as coisas não se fazem desta forma”, disse uma das trabalhadoras.

O protesto teve lugar dentro do gradeamento da empresa mas fora das instalações propriamente ditas, porque o patrão não as deixou entrar, tendo mesmo chamado a GNR.

Fonte da GNR disse que o proprietário da fábrica se queixou de que estariam a invadir a sua propriedade, pelo que uma patrulha foi ao local “identificar as partes”, para “lavrar o auto de ocorrência”. “Não houve qualquer desordem”, acrescentou a fonte.

A Lusa tentou falar com a gerência da fábrica, mas sem sucesso.

Imagem: Arquivo

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