Singapura segue como a cidade mais cara do mundo à frente de Hong Kong

Singapura continua a ser a cidade mais cara do mundo pelo terceiro ano consecutivo, à frente de Hong Kong, Zurique, Genebra e Paris, segundo estudo da Economist Intelligence Unit (EIU) difundido na passada semana.

Vista do conjunto do centro de Singapura. ©r.nagy/Shutterstock.Com

Londres chega na sexta posição, à frente de Nova Iorque e Los Angeles, duas cidades americanas que são içadas ao top 10 em razão do sobressalto do dólar que encareceu o custo de vida nos Estados Unidos.
 
Nova Iorque nunca esteve em posição tão alta desde 2002, tendo ganhado 42 posições na classificação desde 2011, observa a EIU.
 
Paris (5.ª) é a única cidade da Eurozona no top 10, onde se encontra também Copenhague (8.ª), junto com Seul e Los Angeles.
 
Por outro lado, outras cidades europeias "continuaram a recuar na lista de classificação", por causa da apreciação do dólar e de um euro mais fraco, sublinha o estudo.
 
As cidades japonesas recuam por causa da estagnação da inflação e por causa da queda do iene, que levou Tóquio e Osaka para uma posição mais baixa na classificação". Tóquio é a 11.ª e Osaka a 14.ª.
 
Apenas três cidades asiáticas estão no top 10: Singapura, Hong Kong e Seul.
 
O enfraquecimento de outras moedas sustentadas pelas matérias-primas, como o dólar australiano, por causa principalmente da queda da demanda da China, fez com que cidades como Sydney e Melbourne não se encontrem no top 10 este ano.
 
As cidades asiáticas tendem a ser mais caras para os bens de consumo corrente, ao passo que as cidades europeias são mais onerosas para os divertimentos, segundo o estudo.

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