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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
9 de fev de 2021
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Skechers: queda nas vendas no quarto trimestre apesar de aumento no e-commerce

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
9 de fev de 2021

A marca californiana de calçado Skechers USA Inc. registou uma ligeira queda nas vendas no quarto trimestre. No seu mercado interno, as vendas recuaram 2,8%, um resultado parcialmente compensado pelo aumento de 1,1% no estrangeiro.


Twitter @SKECHERSUSA


Para o ano completo encerrado a 31 de dezembro de 2020, a empresa registou vendas de 1,32 mil milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros), uma queda de 0,5% em relação ao ano anterior. O lucro líquido situou-se em 53,3 milhões de dólares (44,27 milhões de euros) ou 0,34 dólares (0,28 euros) por ação, em comparação com 59,5 milhões de dólares (49,42 milhões de euros) ou 0,39 dólares (0,32 euros) por ação no ano passado. O lucro ajustado é de 0,24 dólares (0,20 euros) por ação, em comparação com 0,39 dólares (0,32 euros) no ano passado. Os analistas haviam previsto 0,30 dólares (0,25 euros) por ação.
 
Após a publicação destes resultados, as ações da empresa perderam 6%.

Apesar de tudo, as vendas online da empresa dispararam literalmente, um aumento de 142,7%, e o crescimento é igualmente significativo na China.
 
A venda por atacado no estrangeiro cresceu 2,5%, em particular graças a um aumento de 29,7% na China e a um crescimento de dois dígitos no Chile, Reino Unido, Alemanha e Espanha. A venda por atacado nos Estados Unidos progrediu 1,2%, enquanto a venda direta caiu 6,4%, uma descida atribuída ao encerramento temporário de lojas e aos horários de funcionamento reduzidos provocados pela pandemia de Covid-19.
 
Ao longo do ano, a Skechers abriu lojas em diversos locais no seu mercado doméstico e no estrangeiro, incluindo a sua primeira loja dedicada ao golfe, inaugurada na China. Robert Greenberg, CEO da Skechers, declarou num comunicado à imprensa: "Para a Skechers, 2020 teve um ótimo começo depois de um ano de vendas recorde. Mas, a pandemia pôs-nos à prova."
 
“Em 2020, procurámos manter a nossa autenticidade, mas os desafios que assumimos no ano passado e que ainda teremos de enfrentar em 2021 obrigaram-nos a ser mais ágeis e específicos, com produtos que continuarão a gerar procura durante a crise atual e depois."
 
David Weinberg, diretor de operações da Skechers, acrescenta: "Temos noção de que a recuperação económica após a pandemia de Covid-19 não será rápida e muitas regiões continuam a ser afetadas. Mas, a Skechers continua a ser uma marca popular."

“Daqui para a frente, queremos continuar a investir no nosso potencial de crescimento a longo prazo, nomeadamente melhorando a nossa cadeia de aprovisionamento nos Estados Unidos, na Ásia e na Europa, bem como em alguns outros mercados. Queremos desenvolver a inovação nas nossas operações e fortalecer as nossas capacidades digitais através da implementação de plataformas de e-commerce em todo o mundo."

A Skechers decidiu não divulgar previsões de lucros "devido à contínua interrupção dos negócios e às  significativas incertezas em torno do impacto da pandemia de Covid-19 no negócio em termos globais."

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