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21 de mai. de 2021
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Sonae Fashion duplica vendas no online no 1º trimestre

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Jornal T
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21 de mai. de 2021

As vendas online da Sonae Fashion continuaram com forte crescimento no primeiro trimestre, duplicando em termos homólogos. Com as lojas encerradas praticamente durante todo o período, o desempenho do comércio eletrónico permitiu conter a perda de volume de negócios em apenas 21,7%.


Sonae


Os números são avançados no relatório de contas do primeiro trimestre apresentado pela Sonae, onde se sublinha que “a Sonae Fashion foi uma vez mais fortemente atingida pelo contexto pandémico e teve um início de ano desafiante. Os constrangimentos à operação das lojas foram sentidos na maioria dos países, mas principalmente em Portugal, onde o confinamento geral teve início a 15 de janeiro e levou as lojas a permanecerem encerradas durante quase dois meses e meio”.

O relatório destaca que “ainda assim, o volume de negócios total diminuiu apenas 21,7% para 61 M€ no 1T21, o que, de acordo com as estimativas, traduz um desempenho melhor do que o mercado”. Uma performance fundamentalmente apoiada no crescimento das vendas online, “que continuaram com forte crescimento no trimestre, duplicando em termos homólogos”.

O relatório adianta que “para isto contribuiu a maior base de clientes, bem como melhores ferramentas e processos digitais e uma crescente propensão para compras online. Adicionalmente, os negócios B2B (wholesale e franchising) mostraram resiliência, levando a um 1T21 forte em termos de vendas, praticamente em linha com 2020”, explica o documento.

A Sonae Fashion é responsável pela área de retalho especializado da Sonae na área de vestuário, através das marcas Deeply, MO , Zippy, Losan e Salsa. No ano passado, fundamentalmente marcado pelas restrições, já o avanço do online tinha sido fundamental para os resultados.

Em 2020 o volume de negócios total ascendeu a 344 milhões de euros, diminuindo apenas 12,2% face a 2019, com as vendas online a duplicarem o seu peso, tendo passado de 7% em 2019 para 14% em 2020. O setor da moda infantil foi o que menos sofreu com o impacto da pandemia.

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