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Agência LUSA
Publicado em
18 de nov. de 2021
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Sonae Sierra diversifica negócios na Europa devido às já "escassas oportunidades" nos centros comerciais

Por
Agência LUSA
Publicado em
18 de nov. de 2021

A Sonae Sierra anunciou ontem (17) uma nova estratégia de diversificação da atividade na Europa, dadas as já “escassas” oportunidades nos centros comerciais, que passa pela aposta na gestão de fundos de investimento e na promoção imobiliária de projetos urbanos.


Espaço Galleria, no NorteShopping, um dos centros comerciais do portefólio da Sonae Sierra - Fotografia: Divulgação


Falando durante um encontro com jornalistas no Porto, o presidente executivo (CEO) da Sonae Sierra garantiu que “não está a sair dos centros comerciais”, que “vai continuar a ser o negócio core ” da empresa, mas disse que no mercado “maduro” da Europa as “oportunidades são tão escassas” que já não lhe permitem manter o crescimento desejado.

Neste sentido, disse Fernando Guedes de Oliveira, a empresa decidiu iniciar um “novo ciclo”, que passa por uma “estratégia renovada” assente na expansão do negócio de gestão de fundos de investimento, no alargamento da promoção imobiliária a novos projetos urbanos com diferentes usos, no reforço da oferta de serviços imobiliários “para os novos conceitos de vida urbana” e na valorização do seu atual portefólio de centros comerciais.

No que se refere à expansão dos fundos de investimento imobiliário, a Sonae Sierra propõe-se aumentar o total de ativos sob gestão dos atuais 8.000 milhões para 10.000 milhões em 2025, mas crescendo para fora da área dos centros comerciais, para outros usos imobiliários.

“Não se admirem se amanhã lançarmos um fundo de hotéis ou um fundo de hospitais ou de outra coisa qualquer”, avançou.

Atualmente, dos 8.000 milhões de euros de ativos sob gestão, 1.000 milhões são ativos fora de centros comerciais, sendo o objetivo crescer para 3.000 milhões até 2025, inserindo-se aqui o recentemente anunciado novo fundo de investimento de 200 milhões de euros em imobiliário de retalho alimentar na Alemanha.

“Quando completarmos os 200 milhões de investimento neste fundo vamos ser provavelmente um dos maiores, se não o maior, gestor de ativos de retalho alimentar na Europa, com cerca de 500 milhões de euros de ativos sob gestão”, disse.

Já no eixo da promoção imobiliária, a Sonae Sierra aponta como objetivo alavancar a área construtiva que ainda tem nos seus centros comerciais, mas adicionando “outros usos aos ativos de retalho” que detém.

O objetivo é investir um total de 1.000 milhões de euros nos próximos cinco anos em mais 300.000 metros quadrados de área de construção de novos projetos imobiliários que não centros comerciais e “sempre em parcerias, no mínimo, de 50/50”, disse Guedes de Oliveira.

Entre estes, estão dois projetos prestes “a começar”: Um de 22 milhões de euros num edifício residencial em Bucareste, na Roménia, anexo ao centro comercial Park Lake, e o investimento de 100 milhões de euros na terceira torre de escritórios do Colombo, em Lisboa, cuja construção deverá começar no início de 2022.

O terceiro pilar da nova estratégia da Sonae Sierra é expandir as linhas de negócio de serviços para terceiros que atualmente desenvolve sobretudo nas áreas da promoção imobiliária (com a marca Reify) e da gestão de ativos de retalho em espaços comerciais.

A intenção é expandir o leque de serviços prestados e o âmbito geográfico da Reify e, ao nível da gestão de espaços comerciais, aumentar os serviços de gestão de centros comerciais que atualmente presta a terceiros e entrar em novas linhas de negócio, como a requalificação de mercados alimentares urbanos.

Atualmente, a Sonae Sierra já é coproprietária e gestora do Mercado do Bom Sucesso, no Porto, tendo ganhado recentemente o concurso do Mercado Municipal de Braga e, na semana passada, comprado a concessão do Mercato Reggio Emília, em Itália, que vai transformar em urban food courts (praças de alimentação urbanas).

Finalmente, o quarto eixo estratégico da empresa será preparar o seu portefólio de centros comerciais para o futuro, de forma a “criar valor” e “preparar” estes ativos “continuamente para o futuro, que é incerto”.

Neste sentido, pretende aproveitar “oportunidades seletivas de expansão e renovação” dos seus centros comerciais, sendo neste âmbito que, em 2022, vai arrancar a primeira fase de expansão do Colombo, orçada em 40 milhões de euros.

A Sonae Sierra pretende ainda apostar na renovação dos formatos dos seus centros comerciais, replicando noutros ativos o que fez recentemente no NorteShopping, em Matosinhos, com a criação de lojas flagship (âncora) e de novos food courts.

É também no âmbito deste eixo que se propõe acelerar a transição digital dos seus centros, para melhorar a oferta omnicanal para lojistas e consumidores, e focar-se na experiência de visita, com mais entretenimento e cultura e uma experiência de compra integrada online/offline.

Já nos mercados fora da Europa onde a Sonae Sierra opera, a estratégia vai manter-se e o foco continuará a ser exclusivamente nos centros comerciais.

No caso do Brasil, Fernando Guedes de Oliveira apontou o “potencial enorme de consolidação do mercado e de reforço de liderança da Sonae Sierra, “quer através de novos centros comerciais de raiz, quer de fusões e aquisições de outros operadores”, e, na Colômbia e em Marrocos, a empresa estará atenta a “novas oportunidades de desenvolvimento e aquisições”.

PD // EA (Lusa)

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