Springkode start-up para o têxtil conquista apoio da Gulbenkian

A Springkode, uma start-up portuguesa que quer aproximar as fábricas têxteis do comércio eletrónico, foi uma das dez empresas selecionadas para integrar o Maze X, o novo projeto de empreendedorismo da Fundação Calouste Gulbenkian. Com esta nova oportunidade, a start-up vai beneficiar de um programa de aceleração e acompanhamento de 9 meses, e terá ainda a possibilidade de apresentar o seu projeto num roadshow europeu.



“Estamos muito entusiasmados. É uma grande oportunidade de contactar com uma rede de mentores assim como o acesso a empresas e investidores europeus. Queremos mostrar como o nosso serviço é inovador e tem um impacto forte”, congratula-se Reinaldo Moreira, general manager da Springkode, depois de no passado dia 7 de maio ter sido revelado o nome das dez start-up selecionadas – uma lista composta por seis empresas portuguesas, duas britânicas, uma austríaca e uma alemã.

Para integrar o projeto Maze X, cada uma das empresas teve de se destacar num universo de 138 candidaturas, de 32 países diferentes e de áreas de negócio totalmente distintas. Ao ter sido uma das dez eleitas, a Springkode vai agora beneficiar de três meses de aceleração, seguidos de seis meses de suporte e acompanhamento. Ao longo de todo este período, a start-up para o têxtil vai beneficiar da ajuda de uma equipa especializada no lançamento de projetos, de um espaço de coworking gratuito na Casa do Impacto, em Lisboa, e de um apoio financeiro para a estadia na capital.

Por fim, o programa prevê a organização de um roteiro internacional, em que os vários empreendedores terão a oportunidade de contactar com uma rede de mentores e de apresentar a sua ideia de negócio a potenciais investigadores.

Criada em abril de 2018 por Reinaldo Moreira, Francisco Pimentel e Miguel Pinto, a Springkode consiste numa plataforma de e-commerce que pretende aproximar a indústria têxtil nacional dos consumidores finais, promovendo a compra de vestuário Made in Portugal a preços mais acessíveis e evitando a acumulação de excedentes de produção nas fábricas portuguesas.

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