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Portugal Textil
Publicado em
20 de out. de 2017
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2 Minutos
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Sustentabilidade à prova de água

Por
Portugal Textil
Publicado em
20 de out. de 2017

Os fluorcarbonetos são os mais usados nos acabamentos de vestuário de outdoor, mas um novo estudo revela que há soluções aprovadas pelos consumidores que são mais “amigas do ambiente”.


Os impermeáveis e o vestuário com repelência de água ganharam um espaço importante no guarda-roupa, sobretudo dos amantes de passeios na natureza. Mas a utilização de fluorcarbonetos – usados repelir água do tecido – tem levantado preocupações por parte das entidades legais, académicos e ambientalistas europeus. Para além de colocarem riscos potenciais para o ambiente, os fluorcarbonetos têm igualmente sido associados com problemas de saúde em humanos.

Algumas marcas de vestuário trocaram, por isso, para químicos alternativos, mas muitas alegam que é difícil cumprir outras exigências de repelência – como resistência às nódoas e repelência de óleo – sem a utilização de fluorcarbonetos.

Contudo, uma pesquisa da Escola de Design da Universidade de Leeds, publicada no jornal Chemosphere, comparou pela primeira vez a performance de tecidos com novos acabamentos alternativos e os que são tratados com fluorcarbonetos.

Para além de submeter amostras de 22 tecidos diferentes a análises químicas e testes extensivos, a equipa inquiriu 575 consumidores entusiastas do outdoor que regularmente participam em caminhadas, trekking e montanhismo, para perceber como usavam este tipo de vestuário.

«A maior parte dos estudos olha apenas para os aspetos técnicos ou para a poluição ambiental, mas queríamos ver o que é que os consumidores consideravam ser os fatores mais importantes na escolha de vestuário de outdoor», explica Philippa Hill, cuja tese de doutoramento está na origem do estudo. «Concluímos que 82% das pessoas consideram a repelência de água o fator mais importante, mas a maioria das pessoas foi indiferente aos níveis de resistência às nódoas e repelência ao óleo – um participante disse mesmo “não apanho óleo a caminhar”», acrescenta a doutoranda.

Richard Blackburn, que lidera o grupo de investigação em materiais sustentáveis em Leeds, revela que «concluímos que a utilização de fluorcarbonetos no vestuário de outdoor representa um exagero de engenharia, tendo em conta que fornecer repelência ao óleo é desproporcionado tendo em conta as exigências do utilizador. Pode conseguir-se benefícios significativos em termos ambientais e toxicológicos ao usar acabamentos não-fluorados no vestuário de outdoor sem uma redução significativa da performance de repelência de água».

Sendo a sustentabilidade uma preocupação crescente para a indústria têxtil e vestuário, que usa um quarto de todos os químicos produzidos no mundo, o tema tem suscitado o interesse de marcas, assim como do European Outdoor Group, que «vê com bons olhos esta nova investigação».

As conclusões da equipa estão agora a ser exploradas em novas pesquisas sobre os efeitos de lavandaria, abrasão e ciclo de vida dos vários tecidos.

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