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Sustentabilidade: teoria versus prática

Por
Portugal Textil
Publicado em
7 de nov de 2017
Tempo de leitura
3 Minutos
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Nos últimos anos, a indústria da moda tem percebido que o primeiro passo em direção à sustentabilidade é abraçar a mudança. No entanto, o comércio justo, a transparência da cadeia de aprovisionamento e a educação do consumidor, entre outros, continuam a ser verdadeiros desafios para marcas e retalhistas.


No passado dia 25 de outubro, em Londres, Dio Kurazawa, diretor do WGSN Denim, foi convidado para o debate “The new industrial revolution: How can fashion go from zero to Fair Trade hero?”, promovido pela marca de outdoor Patagonia.

A Kurazawa juntaram-se depois Cara Chacon, vice-presidente de responsabilidade social e ambiental da Patagonia, Clay Brown, da Fair Trade USA e Safia Minney, fundadora da People Tree.

Lucy Siegle, na moderação, tentou encontrar respostas sobre o que se segue na sustentabilidade e, mais especificamente, no comércio justo.

O painel concordou que o principal desafio para a indústria da moda é deixar de ter apenas uma coleção cápsula sustentável e começar a integrar a sustentabilidade em todas as etapas do negócio.

Todos os intervenientes defenderam uma maior colaboração entre as marcas e os fornecedores em matéria de sustentabilidade, mas a indústria de vestuário depende de cadeias de aprovisionamento muito fragmentadas, tantas vezes espalhadas por vários países e diferentes regiões, pelo que a cooperação, geralmente, é um problema.

Contudo, olhando, como exemplo, para a estratégia da Patagonia, percebe-se que é possível.

Cara Chacon explicou que a marca está prestes a alcançar os mil milhões de dólares (aproximadamente 860 milhões de euros). A Patagonia, cuja missão é «… fazer negócios para motivar e implementar soluções para a crise ambiental», foi pioneira em soluções amigas do ambiente, usando algodão orgânico nas suas coleções desde 1996.

Em 2012, a marca decidiu investir no comércio justo e, até à data, quase 500 estilos, ou 40% da sua gama total de produtos, são certificados pela Fair Trade.

O painel concordou que os consumidores têm hoje mais poder do que no passado para forçar a indústria a mudar e para levar a legislação a apertar o cerco.

Aproximadamente 60% dos membros da geração Z e 39% dos millennials querem ter um impacto no mundo e usar a moda para fazer campanha sobre questões políticas e de igualdade de género.

Por outro lado, os consumidores continuam a comprar vestuário a um ritmo sem precedentes e, como consequência, a produção deverá aumentar 63% até 2030.

Ainda assim, em termos de preferências de compras, os consumidores jovens valorizam a conveniência e os valores éticos e ambientais das marcas e, portanto, retalhistas online que apostem na transparência, como a Everlane, estão bem posicionados para crescer com estas gerações mais jovens de consumidores.

O painel concluiu, por isso, que o futuro da sustentabilidade na moda orbita a educação do consumidor através da crescente aposta na transparência.

O Índice de Higg, desenvolvido pela Sustainable Apparel Coalition, uma associação de vestuário, calçado e de têxteis-lar sediada em São Francisco, será neste aspeto um ponto de viragem.

O índice é uma espécie de ferramenta de normalização da cadeia de aprovisionamento da moda que informa – através das etiquetas dos artigos de vestuário – os consumidores sobre os efeitos sociais e ambientais de uma determinada compra.

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