The Body Shop vai transformar lojas em "centros ativistas" para melhorar as vendas

A The Body Shop está a trabalhar numa nova estratégia de marketing que consiste em transformar as suas lojas em "centros ativistas".


The Body Shop India-Facebook

A marca britânica de cosméticos, vendida pela L'Oréal ao grupo brasileiro de beleza Natura & Co por 885 milhões de libras em 2017, quer recuperar os seus clientes com um novo objetivo de marca focado no ativismo e igualdade de género.

A empresa passou os últimos 18 meses a redefinir o propósito da sua marca, num momento em que a baixa confiança do consumidor e a estagnação das vendas no retalho previam um ano difícil para os retalhistas tradicionais do Reino Unido. As lojas serão renovadas e a equipa da loja será treinada para executar projetos locais de ativismo.

“Uma das minhas missões é transformar as lojas da Body Shop em centros ativistas. As pessoas amam as pessoas, essa é a natureza humana e queremos fazer parte da nossa comunidade. Estamos a trabalhar de todas as formas possíveis para realizar isso nas lojas”, declarou Jessie Macneil-Brown, diretor de ativismo global, à Marketing Week.

Além do lançamento de campanhas, a The Body Shop procurará apoio intersetorial para pressionar os legisladores, replicando o sucesso da campanha de 2013 que alcançou a proibição de testes de cosméticos em animais na União Europeia.

“É importante colaborar com os concorrentes porque todos nós queremos a mesma coisa. A indústria e os consumidores entendem que existe uma maneira melhor de fazer as coisas”, disse Macneil-Brown.

A empresa de cosméticos, cuidados com a pele e perfumes foi fundada pela empresária britânica Anita Roddick em 1976, em Brighton, e possui hoje mais de 3 mil lojas próprias e franqueadas em 66 países.

Traduzido por Novello Dariella

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