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Publicado em
12 de nov. de 2014
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3 Minutos
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Turquia: o despertar de um grande centro nevrálgico euro-mediterrâneo?

Publicado em
12 de nov. de 2014

Com cinco dias de intervalo, a Turquia recebeu a edição inaugural de dois salões têxteis dirigidos por grandes empresas organizadoras internacionais, a Première Vision e a Messe Frankfurt (Texworld). Uma pré-estreia para uma indústria que funcionava até então por meio das suas muitas federações locais. E uma consagração para este grande sítio da zona Euro-mediterrânea, que se apresenta mais do que nunca como uma alternativa às produções asiáticas para as grandes empresas protagonistas da Europa e do Médio Oriente.


Certa dos seus direitos aduaneiros preferenciais às portas da Europa, a Turquia goza, na realidade, de uma certa vantagem sobre outros países fornecedores da Europa na região, como Tunísia e Marrocos. Além disso, a sua proximidade com o Velho Continente oferece uma alternativa lógica às produções longínquas pouco capazes ainda de responder às recentes apostas da moda rápida.

“Nosso país apresenta muitas vantagens”, admite assim Ibrahim Burkay, presidente da Câmara de Comércio e da Indústria Bursa, a maior com 33.000 membros. O dirigente confessou, por ocasião do salão Première Vision Istambul, apoiar-se na aura dos seus parceiros estrangeiros.

O país tem como ambição alcançar os 60 mil milhões de euros de exportações têxteis em 2023. Pilar da economia nacional, o setor têxtil, em Turquia, está no centro da atividade de 16.000 empresas e emprega 1,5 milhões de pessoas. Mas, a exemplo da China e dos seus vizinhos, o país tem de harmonizar-se com empresas e empregado. Depois de uma série de greves realizadas em 2013, os operários obtiveram assim um crescimento dos salários.

“Eu prefiro ver isso como uma prova do nosso sucesso, mesmo que os meus parceiros não vejam assim, confessa comum sorriso no rosto o responsável da produção de uma fabricante turca de têxtil. Se a nossa atividade não fosse importante, as nossas equipas não reclamariam essas melhorias. Que vão, aliás, num bom sentido: agora, precisamos de qualquer maneira precaver-nos para manter e reforçar o saber-fazer nas nossas equipas”.

A Turquia é o terceiro fornecedor da União Europeia em matéria de vestuário, depois da China do Bangladesh, e à frente de Índia e Magrebe. O país expediu em 2013 cerca de 8.600 milhões de euros de vestuário para o Velho Continente, exibindo assim um avanço de 2%.

Ademais, o país é o segundo fornecedor da U.E em matéria de têxteis, com 4.100 milhões de euros de mercadorias expedidas em 2013. Um avanço de 10% que permite que a Turquia continue no encalço da China (7.700 milhões) e distante de Índia (2.300 milhões), do Paquistão (1.700 milhões) e dos Estados Unidos (1.020 milhões de euros).

Mas a Turquia não é apenas um país de produção. Trata-se também, aí de novo a exemplo da China, de um mercado de consumo em forte crescimento, face à importância crescente de uma classe média. Porque então não convidar também grandes empresas organizadoras de salão de moda? “Eu gostaria muito de ver o Who's Next vir para a Turquia, confessa ao FashionMag Hikmet Tanriverdi, presidente da federação turca da moda e do têxtil (ITKIB). Bom, o apelo foi lançado.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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