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Publicado em
12 de mai de 2020
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4 Minutos
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Vendas online da Natura & Co crescem 250% durante confinamento

Publicado em
12 de mai de 2020

O grupo brasileiro de beleza Natura & Co (Natura, The Body Shop, Aesop e Avon), o número 1 em mercados como a Argentina, Brasil e Colômbia, segundo a Euromonitor, e com forte presença global em mais de 100 países, entre eles Portugal, anunciou, sexta-feira (8 de maio), que observou um forte aumento de 250% nas vendas online. 

Esta subida regista-se, desde meados de março, quando o mundo deu início ao período de confinamento provocado pela pandemia de COVID-19. Ainda segundo a
quarta maior empresa de beleza pure-play do mundo, os resultados demonstram a resiliência “extraodinária" do seu modelo multicanal.


As vendas online dispararam no período de isolamento social - Natura


No seu relatório reservado aos resultados do primeiro trimestre, a empresa destacou que fez um “forte avanço digital” no período de confinamento, com as marcas Natura e Avon, registando um crescimento de 150% nas vendas online das últimas semanas, impulsionado pelo crescimento dos compartilhamentos feitos por consultoras e revendedoras sobre as suas lojas virtuais.

Em resposta ao distanciamento social, a Natura lançou uma revista digital e interativa em itens essenciais que podem ser compartilhados em mensagens de texto (WhatsApp) e redes sociais, juntamente com o catálogo digital.

Cerca de 90% das consultoras no Brasil usam plataformas digitais (app + web) e aproximadamente 700,000 consultoras tem lojas virtuais na Rede Natura, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Na Avon, as vendas por revendedoras compartilhando revistas digitais cresceram 85% globalmente nas últimas semanas.

The Body Shop registou um aumento nas vendas digitais de 300%, com um crescimento de 61,0% em venda direta (The Body Shop At Home) e de produtos essenciais, como higienizadores de mãos (35% das vendas). Por fim, a Aesop foi a marca que obteve o melhor resultado nas vendas online, face a um aumento de 500%, também impulsionado pela venda de higienizadores. 

A receita líquida consolidada da empresa atingiu 7,5 biliões de reais no primeiro trimestre, +1,9% (ou -6,2% em moeda constante), impulsionado pelo forte crescimento da Natura no Brasil, e da Aesop, na América Latina, assim como pelo aumento das vendas digitais.

Na América Latina, a receita líquida da Natura cresceu 14,9% em reais (+12,4% em moeda constante), graças ao aumento de 9,8% nas vendas no Brasil, e +25,8% na Latam Hispânica (+19,7% em moeda constante). A Avon, por outro lado, viu a sua receita líquida cair, na região, 7,1% em reais (-11,9% em moeda constante) e, no resto do mundo, -2,4% em reais (-15,0% em moeda constante), principalmente, devido à diminuição do número de revendedores em todos os mercados e ao impacto do surto de COVID-19.

A britânica The Body Shop, por sua vez, observou um aumento de 2,6% na receita líquida em reais (-10,5% em moeda constante), graças ao bom desempenho da marca no mês de janeiro e às vendas diretas.  Por último, a Aesop registou um crescimento de 26,6% em reais na receita líquida (+10,5% em moeda constante), impulsionado pelo e-commerce, que aumentou 500%, como anteriormente mencionado.

O EBITDA ajustado da companhia foi de 571,5 milhões de reais no período, com margem ajustada de 7,6%, excluindo custos de aquisição não recorrentes, associados à Avon de 298,3 milhões de reais e o efeito não recorrente, não caixa, da alocação de preço de compra de 102,9 milhões de reais, devido à alocação dos valores justos oriundos da combinação de negócios com a Avon.

No documento, a Natura & Co destacou que as sinergias anuais, recorrentes da integração com a Avon, aumentaram 100 milhões de dólares, e disse ter uma forte posição de caixa, totalizando 4,6 biliões de reais no final de março.

No início de maio, visando melhorar a estrutura de capital, reduzir a alavancagem e fortalecer o balanço patrimonial, a empresa aumentou o seu capital de 1 bilião para 2 biliões de reais, através de uma oferta privada, a ser subscrita pelos acionistas controladores, investidores selecionados e acionistas minoritários. Além disso, a companhia também garantiu uma linha de financiamento de 750 milhões de reais, com o prazo de um ano, para aumentar a liquidez, sem impacto na dívida líquida.


Num comunicado à imprensa, Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Administração e CEO do grupo Natura & Co, prevê que, no segundo trimestre, "as medidas de distanciamento social e isolamento total continuarão a afectar consideravelmente o negócio, mas os mercados em que as medidas foram flexibilizadas demonstrarão uma rápida retomada".
 

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