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Helena OSORIO
Publicado em
26 de mar de 2020
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2 Minutos
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Walpole trabalha para criar a 'Bond Street virtual'

Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
26 de mar de 2020

A Walpole, entidade comercial do sector britânico do luxo, lançou uma campanha para ajudar as marcas de topo de gama a impulsionarem as vendas online durante o lockdown.

Walpole disse que vai trabalhar em colaboração com os seus mais de 250 membros do sector de luxo, para estabelecer uma "Bond Street virtual".


Walpole trabalha para a "Bond Street Virtual" - Image: Publica


O projecto envolve a promoção de lojas online das marcas através das suas plataformas, incluindo a hospedagem de um diretório online de lojas virtuais dos membros no site e Instagram, e apresentando as atividades das marcas na newsletter digital.


"Ao trabalharmos juntos, teremos uma plataforma maior para cortar a incerteza gerada em torno da pandemia, sendo a mensagem principal: "Talvez não consiga chegar às lojas, mas ainda pode apoiar as suas marcas favoritas online", adiantou a Walpole.

Uma hashtag dedicada, #BuyOnlineLuxury, foi criada para que as marcas possam usar e as histórias dos membros sejam compartilhadas através dos Destaques do Instagram.


Walpole aposta na promoção de lojas online das marcas - Dai


Para participar, as marcas estão a ser convidadas a enviar uma selecção de imagens, detalhes de qualquer oferta especial que estejam a incluir, como entrega gratuita, e mensagens chave que gostariam de compartilhar.

Retalhistas de alto nível, como Harrods, Selfridges, Gieves & Hawkes, Dunhill, Fortnum & Mason, Smythson, Burberry, Net-A-Porter e Estée Lauder, são alguns dos membros da Walpole.

Além de perderem colectivamente milhões de libras em vendas, devido a medidas social-distanciadas e mais rigorosas no retalho não essencial, muitas marcas de luxo vão sofrer com a decisão de Itália fechar as fábricas de produção de bens não essenciais.

A título de exemplo, a Burberry desabafou, há uma semana, que a comercialização se deteriorou significativamente, nos últimos meses, devido à pandemia do novo coronavírus. O gigante da moda espera que as vendas caiam até 80%, nas poucas semanas que restam para o balanço do ano financeiro. 
 

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