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12 de jan. de 2023
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Wonther leva joalharia portuguesa para a Web 3.0

Publicado em
12 de jan. de 2023

A Wonther da ucraniana Olga Kassian está a apostar em levar a joalharia portuguesa para a nova Internet descentralizada, conhecida como Web 3.0. A marca portuguesa que, em 2022, se tornou a primeira a lançar uma coleção de NFTs, possibilitando pagamentos em criptomoedas no seu website – em colaboração com a plataforma UTrust – é também agora pioneira neste negócio.


Oobjetivo da Wonther é criar um mundo físico da joalharia que se encontra intrinsecamente ligado ao mundo digital - @wontherofficial / Instagram


"Cada NFT Wonther dá-lhe acesso a uma peça de joalharia física. Celebramos a inclusividade, desafiamos as normas sociais, e criamos joias neutras em termos de género", diz a marca no site sobre a sua aposta #Wontherverse.
 
"Honestamente, irritar os dinossauros de hoje tornou-se um passatempo. Além disso, a ética é a nossa coisa. Portanto, o que quer que tenha pensado sobre joias, vamos fazê-lo repensar", pode ainda ler-se em Wonther.com.

A marca portuguesa de joalharia online orgulha-se também de ter cada uma das suas peças certificada pelo Responsible Jewellery Council (RJC) – a principal autoridade de normalização para a indústria da joalharia, que trabalha com membros de todo o mundo para criar uma cadeia de fornecimento sustentável, promovendo práticas ambientais e sociais com ética e responsabilidade, respeitando os direitos humanos em toda a cadeia de suprimento da indústria de joias de ouro e de diamantes, desde as minas até ao retalho.


Cada NFT criado tem um significado diferente e terá também uma peça real correspondente que personifica essa mesma vibração - Wonther.com


A Wonther, que lança peças recicladas sem lhes retirar quaisquer particularidade, objetiva assim "criar um mundo físico da joalharia que se encontra intrinsecamente ligado ao mundo digital, mas de forma descentralizada, ou seja, cada pessoa será proprietária da sua peça física, sendo que também poderá possuir um certificado digital da sua peça".

Segundo Olga Kassian, a fundadora da marca: "A Web 3.0 dá-nos a possibilidade de sermos donos do que possuímos fisicamente, de forma digital. Afinal de contas, passamos grande parte do nosso tempo num mundo digital", diz em comunicado. "O futuro vem cada vez mais reforçar esta realidade e nós orgulhamo-nos de fazer parte das marcas pioneiras que compreendem esta nova dinâmica", acrescenta.

"O nosso objetivo é ser 100% reciclável e conceber sempre peças que acrescentem não só estilo, mas também propósito à sua vida", confessa ainda a Wonther no site, sendo que cada NFT criado tem um significado diferente e terá, na maioria das vezes, uma peça real correspondente que personifica essa mesma vibração.


A joia Wonther pode ser exibida em redes sociais como o Twitter e, futuramente, Instagram - @wontherofficial / Instagram


Cada edição especial criada pela Wonther será acompanhada por um certificado digital de autenticidade NFT (Non Fungible Token) que pode ser transferida para a carteira digital (wallet) do cliente, frisa ainda a marca que leva também o compromisso ético muito a sério, relevando este processo por salvaguardar um número de série único para cada peça, como garantia da sua autenticidade.

Além disso, há a possibilidade de a joia Wonther ser exibida em canais de redes sociais como o Twitter e, futuramente, Instagram. Isto porque as redes sociais Meta têm vindo a disponibilizar a funcionalidade que permite a criação, venda e exibição de NFTs nos seus perfis.

"Cada ligação de joias simboliza uma ligação verdadeira, real e eterna que se pode sentir por outra pessoa. Não se pode forjar uma ligação real; da mesma forma, não se pode forjar uma NFT", defende a Wonther, concluindo: "As verdadeiras ligações são raras e merecem ser honradas", tão intensamente quanto "cada ligação pode ser passada para sempre".
 

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