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25 de jul. de 2013
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Francal confirma uma boa temporada de vendas estivais

Publicado em
25 de jul. de 2013

A feira de moda em calçados e acessórios Francal celebrou seu 45º aniversário com o encontro de 9 a 12 de julho em São Paulo. Nem o feriado local do primeiro dia, nem a greve geral do dia 11 de julho afetaram, em princípio, as previsões para a temporada mais importante de negócios para as vendas no Brasil.


Foram contabilizados 61.380 visitantes, dos quais 26.360 eram comerciantes de todo o Brasil e 1.520, provenientes de 63 países. Da Colômbia, país convidado, vieram mais de cem compradores convidados pela Francal. Além do mais, uma importante presença de varejistas peruanos, bolivianos, uruguaios e argentinos foi observada.

Heitor Klein, presidente executivo da patronal brasileira (Abicalçados) reiterou: "Esta edição foi especialmente positiva para os exportadores. Dessa forma, a recuperação do setor se confirma, no âmbito internacional, impulsionada por uma taxa de câmbio mais competitiva e pela aplicação do programa Reintegra, que devolve aos exportadores 3% do faturamento total das vendas para o exterior".

O presidente da ABLAC (Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados), Antoniel Marrachine Lordelo, prevê que "as vendas cresçam entre 5% e 7% em relação ao último semestre de 2012, mas é necessário que o Governo baixe os impostos e controle a inflação. Estamos pedindo novas medidas de estímulo ao consumo".


O presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala, declarou que só no primeiro dia (feriado em São Paulo), a feira recebeu 4.300 comerciantes: "Muitos expositores bateram sua meta de vendas no primeiro dia. O anúncio da greve geral do dia 11 de julho prejudicou uma afluência maior de profissionais. Ainda assim, muitos negócios foram fechados".

Apesar de se tratar de um mercado muito protecionista, três expositores espanhóis e quatro portugueses expuseram nesta edição. Entre os espanhóis, apenas a XTI se mostrou satisfeita com os contatos realizados com compradores latino-americanos.

Os sete concordaram com um fato: a alta taxa de impostos que incide sobre as importações prejudica a venda de produtos europeus no Brasil.

Nuno Maia, da portuguesa Beppi, mostrou-se um tanto satisfeito: "Muitos compradores da Bolívia, México, Peru, Equador e da Argentina nos visitaram, atraídos especialmente por nossas coleções infantis e de calçados esportivos. Muitos brasileiros queriam fechar pedidos, mas se mostraram chocados com o preço final, depois dos impostos aplicados à importação para o Brasil".

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