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Made in Europe: operários têxteis abaixo da linha da pobreza

Publicado em
today 16 de jun de 2014
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A ONG Clean Clothes Campaign publica uma sondagem, conduzida em nove países do leste europeu e em Turquia, que aponta condições de trabalho e salários que não têm nada a invejar da Ásia. Para o órgão, comprar roupas mais caras buscando as produções europeias não melhora em nada as condições de produção.


E é precisamente este “mito” que a CCC pretende demonstrar, estudando as condições de trabalho em Roménia, Ucrânia, Turquia, Bulgária, Croácia, Eslováquia, Geórgia, República da Macedónia, Bósnia e Herzegovina e Moldávia.

Sem nenhuma surpresa, esses países produzem principalmente para marcas europeias, já que a ONG cita Hugo Boss, Adidas, Zara, H&M ou ainda a Benetton. E, enquanto as duas gigantes sofreram pouco com a crise, as condições de trabalho para a Zara e H&M teriam até mesmo se degradado desde 2008/2009.

Segundo a CCC, os salários mínimos pagos aos operários do têxtil atingiriam apenas 14% do salário mínimo “de subsistência” em Bulgária, Ucrânia e República da Macedónia, e 36% em Croácia. Além dos salários, são também apontadas as medidas antissociais, notadamente diante da vontade de constituir sindicatos. E mesmo quando eles conseguem constituir-se, estes não chegariam a negociar altos salários, horas extraordinárias não remuneradas ou não pagamento das quotizações sociais, uma vez que já oferecem condições muito difíceis para os seus representantes.


Para a ONG, “os militantes e os trabalhadores pedem às marcas europeias para que elas garantam, num primeiro passo inédito, aos trabalhadores das zonas avaliadas, o recebimento de um salário líquido base que corresponda, ao menos, a 60% do salário médio nacional”.

“Os preços de venda têm de ser calculados sobre esta base e permitir esses aumentos de salários. As marcas têm de agir agora e garantir que os trabalhadores do vestuário, da sua própria cadeia de abastecimento, – seja na Ásia ou na Europa – recebam um salário decente”.

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