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17 de jan. de 2015
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Pitti Uomo encerra uma edição recorde

Publicado em
17 de jan. de 2015

“Foi um grande e belo Pitti Uomo! Uma edição extraordinária com uma afluência muito mais forte em relação àquela que esperávamos. Da oferta, com um número recorde de 1.200 expositores, à organização, fizemos um percurso sem faltas”, diz entusiasmado o dirigente do salão masculino Raffaello Napoleone, que se felicita também pelo sucesso alcançado pelos eventos especiais organizados pelo salão.

O Pitti Uomo 87 esteve cheio.


“Entre os novos talentos, o desfile de uma grande grife como a Marni e o espetáculo de Olivier Saillard e Tilda Swinton, houve uma boa química. Isso não acontece toda vez”, observa o dirigente. Outro elemento de sucesso, “Born in the USA” e “Unconventional”, as novas divisões propostas nesta 87.ª edição, que foram particularmente apreciadas.

Segundo as primeira estimativas agrupadas pelos organizadores, o salão, que decorreu em Florença de 13 a 16 de janeiro, atraiu aproximadamente 24.000 compradores ante 20.800 ano passado, com uma alta de 18% (20% entre os compradores italianos e 13% entre os estrangeiros).

A impressionante onda que atingiu a Fortezza da Basso, onde teve lugar o salão, já havia dado um sinal mais que positivo, assim como a atmosfera, que se pôde respirar em meio aos expositores com comerciantes e compradores satisfeitos. Nomeadamente o primeiro dia registou uma alta vertiginosa de 75% entre os visitantes, um salto que se deve sobretudo à mudança das datas do Pitti Uomo, que havia desembarcado a 7 de janeiro ano passado, em plena temporada de saldos.

O Pitti Uomo viu uma grande efervescência durante quatro dias do evento


O Primeiro salão da temporada outono-inverno 2015/16, este Pitti Uomo traz, portanto, bons presságios para o futuro. A interrupção do Bread & Butter foi sentida em Florença com a forte alta da presença dos compradores do norte da Europa, ao passo que a crise russa fez cair o número de compradores oriundos desse país e da Ucrânia.

De resto, a presença dos Italianos exibiu forte crescimento, enquanto os Europeus registaram todos avanços na casa dos dois dígitos, tendo à frente os provenientes de França. Uma boa surpresa também por parte dos compradores japoneses, em alta, apesar de uma conjuntura económica ainda delicada.

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