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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
14 de mar. de 2018
Tempo de leitura
2 Minutos
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Safilo encerra 2017 com perdas

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
14 de mar. de 2018

A Safilo encerrou 2017 com vendas e resultados em declínio. O grupo italiano, controlado pelo fundo holandês Hal, continua a ser fortemente penalizado pelo impacto negativo das marcas que já não fazem parte do seu portfólio. No ano passado, o grupo teve uma queda do seu volume de negócios para 1.047 milhões de euros (-16,4% em relação a 2016), sendo o terceiro ano consecutivo de perdas. 


Novo showroom da Safilo, em São Paulo - Safilo


O segundo maior fabricante de óculos do mundo sofreu uma perda líquida de 251,6 milhões de euros no ano passado, em comparação com 142,1 milhões em 2016, e 52,7 milhões em 2015. Segundo o grupo, esta perda deve-se a eventos excecionais, incluindo a desvalorização relacionada com o lançamento do negócio do grupo na Ásia, e as despesas de reestruturação não-correntes.

Excluindo eventos extraordinários, a perda ajustada foi de 47,1 milhões de euros. A empresa também teve queda no EBITDA, que passou de 89,9 milhões de euros para 25,9 milhões. O Ebitda ajustado aumentou de 88,8 milhões de euros para 41,1 milhões de euros em 2017. Com base neste balanço, o Conselho de Administração decidiu não pagar os dividendos para o exercício de 2017.

"2017 foi um ano desafiador para a Safilo, durante o qual enfrentámos a transformação da licença da Gucci num contrato de fornecimento, e a difícil implementação do novo sistema de TI para a gestão do centro de distribuição de Padova, com impactos significativos em termos de serviço e oportunidades de pedidos. Tudo isto teve um impacto significativo nos resultados económicos e financeiros do grupo", disse o presidente executivo, Eugenio Razelli, num comunicado.

Razelli mostrou-se, no entanto, otimista e referiu-se a 2018 como “um novo começo para a Safilo" com a chegada, a partir de 1 de abril, do líder Angelo Trocchia (ex-Unilever). O gestor será o sucessor de Luisa Delgado, que liderou a empresa durante cinco anos.
 
Desde 1 de janeiro de 2017, a licença da Gucci, que gerava quase 350 milhões de euros por ano, foi transformada num contrato de produção de quatro anos. Além disso, houve também a perda da licença da Céline, marca que pertence ao grupo LVMH. O grupo de luxo criou a joint venture Thelios com a empresa de óculos Marcolin, que detém 51% das ações, à qual foi confiada a coleção de óculos da Céline. A longo prazo, a Safilo também pode perder a licença da Dior, que foi renovada até 2020, assim como a da Fendi.

A taxas de câmbio constantes, o grupo espera que as vendas das marcas que permaneceram dentro do grupo "continuem a crescer em 2018, compensando o término da licença da Céline". A empresa também espera uma recuperação nos mercados maduros e crescimento das vendas nos países emergentes.

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